O Flamengo recusou avançar em uma negociação envolvendo Montoro depois que os representantes do atleta apresentaram uma pedida de R$ 51 milhões. A diretoria rubro-negra considerou o valor acima do praticado pelo mercado e decidiu não prosseguir com o negócio.
A postura do clube carioca reflete a política de austeridade financeira adotada pela gestão do presidente Luiz Eduardo Baptista. O Flamengo tem se tornado mais criterioso nas contratações, avaliando cada oportunidade com base em critérios técnicos e financeiros rigorosos. A pedida de R$ 51 milhões foi considerada inviável para o perfil desejado pela comissão técnica e pelo departamento de futebol.
O diretor executivo José Boto e sua equipe seguem monitorando o mercado em busca de reforços que se encaixem no planejamento do clube. A recusa em avançar com Montoro faz parte de uma estratégia mais ampla de não ceder a valores inflacionados por atletas que não correspondam às necessidades prioritárias do elenco.
O Flamengo continua focado na temporada de 2025, com especial atenção para a disputa do Mundial de Clubes. A diretoria entende que o elenco atual é competitivo e que eventuais contratações precisam agregar valor esportivo sem comprometer a saúde financeira do clube.
Nos últimos meses, o clube tem demonstrado disciplina nas negociações, priorizando negócios que façam sentido dentro do projeto esportivo e orçamentário. A negociação com Montoro é mais um exemplo dessa abordagem mais seletiva que marca a atual gestão rubro-negra.
A diretoria segue atenta ao mercado, mas mantém a política de só avançar em negociações quando os valores estão alinhados com a realidade do futebol brasileiro. O Flamengo entende que o equilíbrio financeiro é fundamental para a sustentabilidade do clube a longo prazo e que decisões criteriosas nas contratações são essenciais para manter a competitividade em todas as frentes.