Flamengo vence o Palmeiras e Pilhado provoca: “Tsunami rubro-negro”

Thiago Asmar, o Pilhado, exalta virada do Flamengo no 2º tempo, elogia Arrascaeta e provoca: “Palmeiras não vence desde 2017”.

Ayrton Lucas e jogadores do Flamengo comemorando gol contra o Palmeiras - Foto: Divulgação

Ayrton Lucas e jogadores do Flamengo comemorando gol contra o Palmeiras – Foto: Divulgação

O Flamengo venceu mais do que um jogo no Allianz Parque. A vitória por 2 a 0 sobre o Palmeiras, neste domingo (25), rendeu festa, provocação e desabafo. O jornalista Thiago Asmar, o Pilhado, foi direto: o segundo tempo foi uma avalanche rubro-negra — e o torcedor tem todo direito de “botar pilha”.

“Veio o tsunami rubro-negro!”

Pilhado não poupou elogios ao desempenho do Flamengo após o intervalo. Segundo ele, o time de Filipe Luís mostrou personalidade, dominou a posse de bola e buscou a vitória.

— Um segundo tempo onde o Flamengo se impôs, onde o Flamengo cresceu no jogo, teve posse de bola e propôs mais jogo do que o Palmeiras, na minha opinião.

Enquanto o primeiro tempo foi mais controlado pelo adversário, o jornalista destacou a virada de postura do Mengão.

— Primeiro tempo foi ruim. Foi mais do Palmeiras, mas o Palmeiras não soube aproveitar. No segundo, veio a avalanche rubro-negra. Veio aquele tsunami rubro-negro e o Flamengo faz 2 a 0 no seu maior rival.

Flamengo quebra chance de “fuga” na liderança

Pilhado lembrou que a vitória teve impacto direto na tabela do Brasileirão. Se o Palmeiras vencesse, abriria sete pontos. Mas o Flamengo foi gigante.

— O Flamengo impede que o Palmeiras se distancie na liderança do Campeonato Brasileiro. Se o Palmeiras vence hoje, abriria sete pontos do Flamengo.

Arrascaeta brilha de novo: gol e pênalti sofrido

O destaque foi mais uma vez Giorgian Arrascaeta. O uruguaio sofreu o pênalti que abriu o placar e ainda marcou o segundo gol. Pilhado destacou também a participação do jovem Lorran na jogada do gol de Ayrton Lucas.

— Arrascaeta fazendo gol, sofrendo pênalti… E tem que falar também da personalidade do menino Lorran, que fez uma jogadaça no segundo gol, do Ayrton Lucas.

Tabu mantido: Palmeiras não vence desde 2017

O jornalista também valorizou o longo jejum do rival. Desde 2017, o Palmeiras não vence o Flamengo em casa pelo Brasileirão. E isso, segundo Pilhado, deve ser motivo de orgulho para o rubro-negro.

— O torcedor rubro-negro pode botar essa pilha. É bom deixar claro: o Palmeiras não vence o Flamengo desde 2017 pelo Brasileirão.

Ele completou com provocação:

— O torcedor palmeirense já vai ter calafrio só de ouvir “Palmeiras x Flamengo”.

Pilhado ironiza postura do Palmeiras: “Faltou coragem”

O jornalista criticou a postura do Palmeiras no segundo tempo, acusando o time de se contentar com o empate mesmo jogando em casa.

— Às vezes parecia que, pro Palmeiras, mesmo estando em casa, pensava: “Ah, tá bom. Mesmo que empate, o Flamengo vai ficar a quatro pontos”. Mas, quando teve o melhor momento, o Palmeiras deveria ter sido mais corajoso.

Pênaltis polêmicos: opinião dividida

Pilhado também opinou sobre os lances que geraram debate. Sobre o pênalti de Murilo em Arrascaeta, foi claro:

— Eu não acho que teve força pra derrubar, mas acho imprudência do Murilo abrir o bração ali dentro da área. Eu marcaria o pênalti por imprudência.

Em relação ao toque de Varela, foi cauteloso:

— O pênalti do Varela, pra mim, é impossível dizer se foi dentro ou fora da área. Não dá pra dizer que foi erro, nem que foi acerto.

Provocação final: “Queria ver o Piperno cabisbaixo”

Encerrando sua análise com o estilo que o consagrou, Pilhado disparou uma última provocação ao colega de bancada Fábio Piperno, torcedor declarado do Palmeiras.

— Como eu queria estar vendo a carinha de bobo do Piperno nesse momento. Piperno triste, cabisbaixo, desolado… Porque o Flamengo dentro do Allianz fica a um ponto do Palmeiras.

Eduardo El Khouri

Eduardo El Khouri

Arquiteto & Urbanista, Corretor e Jornalista digital com mais de uma década de experiência em sites de notícias do CR Flamengo. No Inflamados, a união entre a credibilidade da informação e a vibração da torcida.

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